01/12/2009 a 31/12/2009
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| por quê? + até breve New Lay! Até que enfim.. não aguentava mais ver aquele cabelo rosa da Mari Moon estampado aqui, credo.. --' Mas então, o plano não era bem esse, na verdade nem tinha um plano, na verdade mais verdade ainda tinha um plano, mas enjoei dele. Fiquei séculos e séculos trabalhando num lay do Jason Mraz até que consegui enfiar a p** do html nele e simplemente cansei! :) Não consigo nem mais olhar pra aquela imagem, na verdade essa imagem, que eu amei de primeira, mas que dói meus olhos hoje, assim como essa do lay atual vai doer daqui uns 3 dias, no máximo. rs Então, brigadeeeeerrímo à Samantha que ia me ajudar com o lay antigo, mas eu nem dei tempo a ela, pq enjoei dele.. rs e Por quê Crepúsculo? :) Que virou modinha? Eu sei! Que ninguém mais aguenta ouvir falar? Sei também! Que Edward e Bella são comentados até pelos cachorros do canil mais pé rapado que existe? Sei melhor que ninguém! Mas então.. é porque independente disso, eu amo! E só eu ainda não tive minha versão Twilight de blog, então, por favor, me dê um desconto! u_u rs Engraçado é que {eu devo a ser a única pessoa que faz isso} eu vou me despedir de vocês por alguns dias, talvez semanas.. Sim, acabei de estrear e já vou me mandando, mas pelo menos dessa vez eu tô avisando u_u rs, é que eu tô atoladíssima de trabalhos das faculdades {pra quem não sabe eu sou uma multifuncional, como diria o Vinícius, faço duas faculdades, nenhuma delas a que eu queria, mas esqueçamos dessa parte!} e tenho que tomar juízo e fazer essas porcarias. Muito obrigada pelas visitas, assim que der retribuirei todas! Adoro vocês e adorei meu lay novo, desculpe-me :S Bjs..
“Transforme a manhã em uma chave a atire-a no poço Deixe que o sol da manhã esqueça de se erguer a leste Foi o dia mais lindo que tive! Íamos embora às três da manhã e minha mãe fez questão de deixar isso bem claro quando eu tava saindo. ‘Não pense que você vai ficar aqui, nós vamos todos hoje de madrugada, viu?’ – ‘Tá, mãe, eu sei..’. Ela pensava que eu não tava com ele, pensava que eu tava com outro, essa era minha teoria. Era a única explicação plausível que eu encontrei depois de horas pensando no porquê dela falar daquela forma comigo, como se eu fosse implorar de joelhos pra ficar. Devia ter saído mais cedo. Foi o que eu pensei quando olhei no relógio e vi que já eram 10 e meia da noite. A gente se encontrou. Conversamos, dançamos, nos beijamos. Duas e meia, estávamos na porta de casa. Minha mãe me grita da escada. ‘Kelly, tá na hora, entra!’. Enrolei, como sempre fiz pra todas as coisas que ela me manda fazer. Ela não se conteve e foi até lá, foi quando o viu e sorriu estonteantemente, como se fosse uma surpresa que fosse ele que estivesse aqui comigo – daí a minha conclusão sobre a hostilidade nas palavras dela quando me disse que nós íamos naquele mesmo dia. Ela começou me chamando pra que fosse com ela acordar meu primo, que dormia em outra casa, era ele o nosso ‘chofer’. Eu mais uma vez concordei calada, aceitei que seria aquela a hora da despedida. Mas ela mudou o discurso em menos de meia dúzia de palavras, perguntando por que nós dois não íamos lá chamá-lo. Assustei quando ouvi, mas não ia ser aquela a hora em que eu ia discordar com ela, acredite, não mesmo, afinal de contas eu tinha mais alguns minutos com ele, ou horas, como foi o caso. Pude perceber o arrependimento nos seus olhos segundos depois das palavras serem ditas, mas aí já era tarde, já tínhamos concordado em ir e ela não teria coragem de voltar atrás, seria vergonhoso pra mim e ela não faria isso comigo de maneira alguma. Chegamos e paramos na porta, parados em frente num carro, o carro em que minha família e eu íamos viajar. E foi ali. Foi ali que ele me beijou como se não houvesse um amanhã, como se fosse a última vez que a gente ia estar juntos. Foi ali que eu descobri o que realmente sentia por ele, que descobri que havia algo mais, algo além de um simples romance à distância. Nunca me senti tão amada, tão mulher. Aquele dia foi pra mim o único do ano. Eu não queria mais ir embora, não queria que aquela noite acabasse, queria apenas estar ali, junto com ele naquele nosso abraço perfeito. Teve um fim, 5 da manhã, acordei do ‘sonho’ e me lembrei que tinha que acordar meu primo para irmos. Ele não quis pegar uma carona até a esquina próxima à sua casa. Nos despedimos como qualquer outro dia e ele então se foi. A viagem foi tudo bem, fora a saudade que eu já sentia antes mesmo de deixar a cidade. O dia foi bom, fora a monotonia e o tédio que me rondavam o tempo inteiro. E a minha vida? Está sendo boa, fora a falta que sinto dele, como se um pedaço de mim tivesse sido arrancado à força e estivesse sangrando até hoje.. mas volta e meia ele liga, deixa a saudade como um remédio paliativo, uma pequena dose pra gravidade da doença.. morrer não dói. =)
Pai :) '...Olha meninas, é nisso é que dá com essa gente que só pensa em terras, dinheiro e mais dinheiro, posseções e mais posseções, parece até que junta uma fortuna imensa pra levar consigo quando morrer. Esquecem de viver bem a vida, desfrutanto do que têm junto com os outros, preocupando tão somente e somente em somar e somar bens materiais que nada representam e nem eles próprios vão aproveitar disso. Eles não pararam um pouco pra pensar no que é a vida: uma passagem tão curta, mas tão boa e tão complexa, onde infelizmente o ser mais completo e mais bem dotado deste mundo criado por Deus é o único que contraria as regras normais da natureza...' [Fragmentos de "O Peregrino Forasteiro": Drama em três atos, escrito e montado por Gilberto Borges Canuto em 31/07/84] Me pus a mexer em tudo que tenho sobre meu pai hoje. Todas as fotos, os cartões postais, até os documentos antigos.. Certidão de casamento com a minha mãe e até a declaração de óbito. Encontrei no meio da papelada um livreto cor caramelo, talvez com essa cor mais pelo encardido do tempo, ou talvez sempre tivesse sido assim, já que estava protegido por um plástico mal encapado, com fita durex colado em todos os lados na parte de dentro. Escrito à caneta, sua rústica capa trazia o título "O Peregrino Forasteiro: Drama em Três Atos". É uma peça de teatro, um pequeno drama que baseado numa história real acontecida na cidade de Felício dos Santos, interior de Minas Gerais, sobre a vida do farmacêutico "João Santeiro", a política do lugarejo, as costumeiras fofocas das velhas beatas, os antigos senhores de terras como na era da escravidão. Já o tinha lido alguma vez há algum tempo, mas não tão atentamente quanto agora, e sinceramente nunca tive tanta vontade de saber mais sobre a vida do meu pai como depois de ter lido novamente a peça. Mas bloqueei logo em seguida a hipótese de perguntar à minha mãe sobre ele e seu dom com as palavras, já que tá tudo indo tão bem ultimamente e eu não quero que ela se chateie -não que ela vá se chatear ao me ouvir falar ou perguntar sobre ele, mas eu sempre percebi, talvez por impressão apenas, um certo clima triste quando eu tocava no assunto. No mais, fui inutilmente procurar na Google, como se naquela época alguma coisa fosse publicada na internet, acho que nem devia existir internet O_O rs, e acabei encontrando meu primo, sobrinho dele, nada mais. Mas eu ainda vou saber mais, não pensei -ainda- num plano infalível de como conseguir um dossiê {?} mas eu chego lá! ;) ** Minha compulsão por livros tá quase dando pra se comparar com a por chocolates, pelo lado bom eu tô cada vez mais culta kkkkkkkkk pelo ruim a parte financeira tá defasada --' Minha coletânea Twilight {que eu já li} chegou hoje e até quarta, se Deus quiser, amém, chegam: As Crônicas de Nárnia {na verdade, do meu primo}, As coisas belas que o céu nos traz {a dscrição me inspirou}, O caçador de pipas {brinde *-*} e Rita, não grita! {livrinho pra relembrar minha infância traumatizante ;P}, então Submarino, por favor, seja breve u_u.
Existe sim uma pessoa mais idiota que eu! \o/ Flávio diz: mas e vc tá conseguindo baixar um filme com essa conexão instável que vc tem? :O favelada diz: tô baixando, mas sei que num vai dar certo, pq se considerarmos o fato de q os filmes geralmente tem em média 3 gigas de tamanho e essa merdinha que eu tô baixando tem 710 megas com certeza não vai funcionar e se funcionar vai ser como uma TV véia ruidosa O_O Flávio diz: kkkkkkkkkkkkkkk esse seu otimismo é o que eu mais tenho saudade... sabe, me excita ver vc falando assim ~~ uhauahuhauhuhuha favelada diz: eu juro que me deu vontade de dizer uma coisa aqui que eu nunca te diria pessoalmente O_O paokspoaksopakspoaskaposk Flávio diz: e eu juro que me deu vontade de fazer com vc o que vc pensou em escrever ~~ kkkkkkkkkkkkkkkk favelada diz: seu pervertido O_O uhdaidhiusdhdiuhdiuashd Flávio diz: vc quem pensa na coisa e o pervertido sou eu? kkkkkkkkkkkkk só vc mesmo dona Kelly kkkkkkkkkk favelada diz: :$ iaushdiuasdhiuhsaiudhaiduhd seu besta rs
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A simplicidade com que ela escreve e a riqueza dos detalhes é o que mais me encanta. Muito obrigada, Ize, é uma honra ser madrinha do Ever So Sweet.
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~ Cursa Educação Física e
Serviço Social, mas pretende trancar tudo e fazer Enfermagem.
~ Ama³ Engenheiros do Hawaii,
Os Paralamas do Sucesso, Oswaldo Montenegro, Titãs, O Teatro Mágico, Jason Mraz e Maria Gadú.
~ Odeia
~ Ariana, natural de Diamantina MG. 21 anos, tamanho de 15, cara de 17 e mentalidade de 12. Chata,
mimada, chorona,
pirracenta,
ciumenta, dentre outros diversos defeitos! =]
Chiclete com Banana
da mesma forma que odeia Sérgio
Malandro
e Zorra Total
